Sinopse: Dando continuidade à saga mais ambiciosa e imaginativa desde O senhor dos anéis, As crônicas de gelo e fogo prosseguem após o violento triunfo dos traidores. Enquanto os senhores do Norte lutam incessantemente uns contra os outros e os Homens de Ferro estão prestes a emergir como uma força implacável, a rainha regente Cersei tenta manter intacta a força dos leões em Porto Real. Os jovens lobos, sedentos por vingança, estão dispersos pela terra, cada um envolvido à sua maneira no perigoso jogo dos tronos. Arya abandonou Westeros rumo a Bravos, Bran desapareceu na vastidão enigmática para além da Muralha, Sansa está nas mãos do ambicioso e maquiavélico Mindinho, Jon Snow foi proclamado comandante da Muralha, mas tem que enfrentar a vontade férrea do rei Stannis. No meio de toda a intriga, do outro lado do mar começam a surgir histórias sobre dragões e fogo... Quando Euron Greyjoy consegue ser escolhido como o rei das Ilhas de Ferro, não são apenas essas ilhas que tremem. Olho de Corvo tem como objetivo declarado conquistar Westeros. E seu povo parece acreditar nele. Mas conseguirá Olho de Corvo cumprir seu objetivo? Em Porto Real, Cersei enreda-se cada vez mais nas teias da corte. Desprovida do apoio da família e cercada por um conselho que ela mesma considera incapaz, precisa lidar com a ameaçadora presença de uma nova corrente militante da Fé. Como desvencilhará de tal enredo? A guerra está prestes a terminar, mas as terras fluviais continuam assoladas por bando de salteadores. Apesar da morte do Jovem Lobo, Correrrio ainda resiste ao poderio dos Lannister, e Jaime parte para conquistar o baluarte dos Tully. O mesmo Jaime que jurara solenemente a Catelyn Stark não voltar a pegar armas contra os Tully ou os Stark. Mas todos sabem que o Regicida é um homem sem honra. Ou será que estão todos errados?
A opinião que segue-se abaixo pode ter alguns Spoilers dos livros anteriores e desse. Mas evitei ao máximo colocar informações de grande importância.
Opinião: Antes mesmo de começar a ler, melhor, antes mesmo de comprar, julguei que o livro não seria o melhor deles, já que a história seria dividida em dois livros. Mas de acordo com a leitura, fiquei cada vez mais preso à história e aos personagens que possuem "voz" nesse livro, como Cersei e Brienne, também os Martell, os Tyrell e os Greyjoy.
Brienne tenta cumprir a promessa que fizera a Catelyn Stark, mas cada vez mais que se aprofunda nas terras fluviais, o perigo a segue, e de perto. Sinceramente, gostei mais da Brienne do terceiro livro, seus capítulos são muito monótonos e nem mesmo quando ela desembainha a Cumpridora de Promessas pela primeira vez é empolgante. Tirando seus dois últimos capítulos, que nos deixam com uma pulga, e das grandes, atrás da orelha.
Conhecemos um pouco mais dos Tyrell, principalmente de Margaery e de sor Loras, o Cavaleiro das Flores. E que aqui entendemos a importância deles nos Sete Reinos.
Ao calor quase insuportável de Dorne, conhecemos mais a Casa Martell, principalmente o príncipe Doran, senhor de Lançassolar, e sua filha e herdeira, princesa Arianne. As cenas presentes na vastidão desértica Dorne são um pouco importantes para conhecermos mais a história dessa família e desse povo tão diferente dos Sete Reinos, com um final de deixar qualquer um de queixo caído.
Vimos também que a rainha regente Cersei não gosta de ninguém, até mesmo no primeiro capítulo percebemos isso. E que conselho é esse que ela escolheu? O único que realmente tem alguma importância é Qyburn, o novo mestre dos segredos. As cenas de Cersei passam, muitas vezes, em reunião com o seu conselho ou com a senhora Taena, sua nova amiga. Cersei tem tem um ódio mortal pela pequena rainha Margaery Tyrell, esposa de seu filho Tommen. E o poder que ela mesma dá à Fé dos Sete, pode ser muito perigoso. Seu melhor capítulo é o último, mas inconclusivo.
Jaime segue para Correrrio a mando de Cersei para conquistar o castelo. Mesmo prometendo a Catelyn Stark nunca mais levantar armas contra os Tully ou os Stark. Mas seu dever para com o rei é maior do que uma promessa feita a uma pessoa que, segundo todos de Westeros, está morta. Final bom e inconclusivo, igual de sua irmã gêmea.
Arya/Gata dos Canais possui poucos capítulos, mas esses já nos deixa muito empolgados com sua história em Bravos, mas que termina frustante. Sansa/Alayne está no Ninho da Águia com Mindinho, e aprende rápido o jogo dos tronos que ele mesmo a ensinou a jogar. Alayne é totalmente diferente da Sansa-Sonsa (Fernanda, peguei emprestado, posso deixar?), que era completamente inútil e mimada, nos deixa um final que pode mudar o rumo de Westeros.
Samwell tem a maioria de seus capítulos no mar ou em Bravos, com o meistre Aemon, Goiva e o seu bebê. Achei muito parado. A história é interessante, mas fechada.
Por fim, a Casa Greyjoy, Asha, Victorian, Euron e Aeron, o brilho do livro. A disputa pela Cadeira de Pedra do Mar é bastante acirrada, já que cada capítulo é visto pelos olhos de cada um, não tem como acreditar em qual deles vai ganhar. Principalmente na Assembleia de Homens Livres é que ocorre uma revelação f***.
Acho que escrevi muito, estava inspirado. Prefiro A Tormenta de Espadas, já que não é tão parado quanto esse. As vezes, fica parecendo o primeiro livro, mas mesmo assim é um livro na qual muitas informações estão aqui. Espero que tenham lido e não tenham ficado entendiados. Espero pelos comentários. Até mais.
E que venha A Dança dos Dragões o quanto antes. Valar Morghulis.(rs)









