11 de novembro de 2012

Agora restam 3 dias...

 Os agradecimentos já acabaram, agora vocês saberão um pouco de mim.
 Livros grandes, meu fascínio, quanto mais páginas melhor. Sempre achei que livros grandes tinham mais história, mais conteúdo, em parte acho que estou certo; também leio livros pequenos e esses também possuem histórias e conteúdo, mas prefiro os maiores.
 Por que prefiro os maiores? Um motivo: livros de fantasia são, na maioria das vezes, os maiores, e como eu gosto muito de fantasia... Se vocês perceberam eu sempre leio livros de fantasia ou de fantasia-histórica, por isso acho que livros pequenos serão ruins, não terão o que os maiores têm, mas que não sei dizer o que.
 Já li livros pequenos, como Leite Derramado, A Janela de Overton, Septimus Heap, O Último Reino e mais alguns, e gostei de todos.
 O que eu sempre escuto quando leio livros grandes em público é o seguinte: "Como você consegue ler um livro desse tamanho?" ou "Você vai ler até o final?", e essa última chega a ofender. Minha resposta para a primeira é: "Eu leio porque gosto de ler.", e para a segunda: "Eu não pego um livro que eu não possa terminar.", se essa última ofende a pessoa, desculpa, mas ela me ofendeu primeiro (rs).
 O único problema dos livros grandes é o tamanho e o volume que ocupam. Não dá para carregar para qualquer lugar, sempre atrapalham e são pesados, cansam. Mas não ligo (muito) para isso, mas fico com o braço doendo depois de uma pequena caminhada com o livro (rs). O oposto é para os livros pequenos, podem ser carregados sem esforço e sem cansaço.
 Esse é meu transtorno compulsivo obsessivo (TOC): livros grandes; um transtorno que vem para o bem. Não quero perder esse TOC, mas poderia ser menos obsessivo e que me deixasse ler mais livros pequenos, eles podem ter as melhores histórias.

 É isso, amanhã vou falar sobre o meu fascínio por mapas dos livros, a Idade Média e as Guerras ocorridas ao longo da História.

10 de novembro de 2012

Menos de uma mão... (Faltam 4 dias)

 Hoje vou agradecer aos escritores que me ajudaram a gostar de ler, que me guiaram por um caminho que não conhecia e que agora a volta é impossível.
 Tenho que agradecer principalmente à J.K. Rowling, que me mostrou o fantástico mundo de Harry Potter, mundo esse em que cresci, vivi, e esperei até a sua conclusão, até a última frase, e que acabou me marcando muito, foi essa: "Tudo estava bem." - final de Harry Potter e as Relíquias da Morte. J.K. me mostrou que o amor e a amizade são nossas maiores forças e que, mesmo tendo seus momentos de queda, sempre vencerá o mal, sempre vencerá o Lord Voldemort da vida.
 Também tenho que agradecer à Angie Sage, que me mostrou o mundo de Septimus Heap, li só os três livros porque ainda não comprei o quarto nem o quinto, e, não tenho certeza, são sete livros e que ainda não foram traduzidos. Quero ler de novo, mas sempre há outros livros chamando minha atenção.
 Um agradecimento especial, é claro, para o nosso querido George R.R. Martin, que criou um dos melhores livros do século (senão de todos os tempos, rs). Para falar a verdade, até ano passado, eu não lia tantos livros como leio hoje, foi ele, Martin, que fez eu gostar de ler mais. Ainda lembro daquela vez em que entrei na livraria sem saber o que comprar e vi a Guerra dos Tronos na estante, para minha sorte gostei muito da capa (naquela época ainda julgava pela capa), li a sinopse e também gostei, e acabei comprando, e hoje sou um viciado (rs).
 Venho agradecer também a todos os outros escritores que me incentivam cada vez mais a ler com suas histórias, Obrigado: Bernard Cornwell por contar principalmente a história inglesa, que gosto muito; Ken Follett por me mostrar a Primeira Guerra Mundial de uma forma que eu nunca poderia imaginar; S.L. Farrell por me mostrar o jogo político em torno do Trono do Sol; C.S. Lewis por Nárnia e por Aslam, sempre serei grato; Rick Riordan pelas histórias mitológicas contadas por um adolescente, e todos os demais.
 Meu MUITO OBRIGADO a todos os escritores, sem vocês o mundo seria totalmente sem graça e sem imaginação, vocês são quem movem o mundo, o mundo do imaginário.

9 de novembro de 2012

Em 5 dias...

 Hoje, como prometido vou falar das pessoas que conheço e que ajudam a manter esse blog, mesmo que indiretamente.
 Como vocês já devem ter percebido, até há um tempo atrás não gostava, em hipótese alguma, de ler livros em primeira pessoa, ou seja, em que um personagem conta a história. Poderia falar que nunca iria ler esse tipo de livro, mas como diz o ditado: Nunca diga nunca. E ditados sempre possuem razão.
 O primeiro livro que li, e terminei, em primeira pessoa foi Percy Jackson e os Olimpianos - O Ladrão de Raios - livro 1. Gostei, e não sabia que primeira pessoa era tão diferente do que eu pensava. E para isso tenho que agradecer ao Matheus Lopes Dutra Dias, meu amigo que pediu para que eu lesse Percy. Muito Obrigado. Agora estou lendo O Nome do Vento, que também é em primeira pessoa e estou gostando muito, mas vamos deixá-lo para um post separado. Também tenho que agradecer ao João Augusto que me emprestou O Último Reino e que estou louco para ler a continuação, mas vou esperar um pouco. Obrigado.
 Por último, devo agradecer à minha prima, Caroline, (esse é o blog dela: A música em cima da poesia), que me ajuda indiretamente a fazer enquetes, postagens e outras coisas que acho que são fúteis, mas que quando ela diz que não é, acabo escutando-a. Muito Obrigado prima.
 Por fim, agradeço todas às outras pessoas que me ajudam a manter esse blog. Meu MUITO OBRIGADO a todos vocês.
 É isso, amanhã talvez não devo postar porque vou estar fora da cidade, se não postar, posto duas no domingo. Até mais.

8 de novembro de 2012

Faltam 6 dias...

 Prometi a mim mesmo e aos meus leitores que postaria até o grande dia, espero quero cumprir essa promessa. Começarei com os agradecimentos: Agradeço a todos os leitores que acompanham esse humilde blog, meu muito obrigado...
 Pensou que era só isso, enganou-se, tem mais.

 Quando abri a página do blogspot pela primeira vez eu tinha um medo, não tão grande ou pequeno, mas um razoável. Tinha medo de criar um blog e ele não ir para frente. Medo de escrever e ninguém lê. Medo de não gostarem. Mas pelo visto, pelo menos em parte, estou enganado. Atualmente tenho apenas 9 seguidores, mas espero, num futuro próximo, que mais pessoas sigam, que leem, que discutam, que critiquem. Não estou reclamando, esses 9 seguidores me dão mais vontade de continuar, porque sei que se eu parar, não só eu, mas eles, perdem.
 Sei que não resenho como as Fernanda(s), ou escrevo contos como o Nerito, mas sei que do jeito que eu escrevo, essas 9 pessoas gostam. Venho lhes agradecer (se pudesse ser cordialmente eu faria) por lerem minhas postagens, mesmo que elas sejam idiotas, pequenas, grandes ou sem sentido. Agradeço principalmente pela Fernanda Cristina Vinhas Reis e Fefa Rodrigues acompanharem meu blog e sempre terem um comentário. MEU MUITO OBRIGADO por todos vocês, sem vocês meu blog não seria o mesmo.

 PS.: Não esqueci das outras pessoas, aqui só coloquei as pessoas que não conheço pessoalmente, amanhã pretendo fazer um post sobre vocês.

7 de novembro de 2012

Daqui a 7 dias...

 Daqui a 7 dias O Guardião da Muralha estará fazendo um ano de "vida virtual". Muita coisa se passou desde aquela segunda-feira do dia 14 de novembro de 2011, quando o blog surgiu na internet. Li uma quantidade grande de livros, postei sobre eles, conheci duas Fernanda(s) de outros blogs (mesmo não eu nunca as tenha visto, gosto muito de suas opiniões e acredito que se eu puder conhecê-las teremos uma tarde bem longa falando sobre livros), conheci muitos blogs interessantes, etc.
 Quero postar todo dia até o grande dia, e vocês conhecerão um pouco mais sobre essa pessoa que vos escreve. Postar um agradecimento aos leitores do meu blog, aos escritores que abriram um caminho sem volta para a leitura e às pessoas que ajudaram esse blog ir para frente, sobre meu transtorno obsessivo compulsivo (TOC) com livros grandes, minhas manias quando estou lendo, e mais algumas coisas.
 Termino por hoje, amanhã tem mais...

6 de novembro de 2012

O Último Reino, de Bernard Cornwell

Sinopse: "Sou Uhtred, filho de Uhtred, e esta é a história de uma rixa de sangue. É a história de como tomarei de meu inimigo o que a lei diz que é meu. E é a história de uma mulher e de seu pai, um rei. Ele era meu rei, e tudo o que tenho devo a ele. A comida que como, o castelo onde vivo e as espadas de meus homens, tudo veio de Alfredo, meu rei, que odiava."

Opinião: Achei que o livro não fosse tão bom quanto realmente é. Uhtred fica órfão aos 10 anos de idade, e vê o reino em que vivia cair nas mãos dos dinamarqueses, e que acaba tornando-se "prisioneiro". Durante toda sua infância fica em dúvida quanto à sua lealdade. Ragnar, um líder dos dinamarqueses trata Uhtred como se fosse seu próprio filho, mas esse mesmo Ragnar matou seu irmão e pai, e tomou o reino da Nortúmbria. Uhtred tem uma infância bem "divertida" no ver dele mesmo, com treinamentos com armar e ajudar nos navios dinamarqueses, e deixar de fazer uma coisa que odiava: aprender a ler e a escrever. Durante todo livro há reviravoltas impressionantes.
 O livro é dividido em três partes: Uma Infância Pagã, O Último Reino e A Parede de Escudos, e um prólogo: Nortúmbria, 866-867 d.C.. O livro é em primeira pessoa, e foi um dos poucos que já li em primeira pessoa e que gostei (PS.: O Nome do Vento entra nessa lista). Se eu falar muito vou contar coisas que seria melhor guardá-las para que você leia e se surpreenda, assim como eu. Se você quiser uma resenha melhor do que a minha, entre nessa página do blog Apaixonada por Papel, lá tem sobre esse e os outros livros seguintes.
"O destino é tudo."

28 de outubro de 2012

Para terminar por hoje

 Uma frase que eu li no segundo caderno do jornal O Globo do dia 18 de outubro de 2012.

"As pessoas que gostam de livros têm um superpoder especial. Elas sabem descobrir espaços para estantes onde o resto da Humanidade não vê nada. É que os livros se multiplicam muito mais do que as estantes, e sempre sobram pela casa."
[...]
"A questão é que boa parte dos amantes de livros não quer apenas ler; quer também possuir e colecionar os objetos que contê as histórias. O livro não é só o que o autor escreveu. É o papel em que vem impresso, a tipologia, a mancha gráfica, a capa, o volume em si, a pegada."
Cora Rónai

 Bem, é isso, só queria passar para vocês. Hoje foi um grande dia (cheio de postagens, rs). Até mais...