1 de janeiro de 2013

No mês de Janeiro...

 No mês de Janeiro... eu já fiz essas postagens lá no começo de 2012, mas não levava a sério o que dizia. Esse ano, e todos que estão por vir, eu farei todo começo de mês (não falo dia 1º porque pode haver forças maiores que não deixem eu postar nesse dia, mas vou tentar).
 Nessas postagens, colocarei o quanto estou avançado em um livro, quais quero começar e quais quero terminar. Essas postagens serão metas. O que eu disser deverá ser cumprido até o final do mês no qual posto.
 Para esse mês, eu quero:
 1 - Terminar de ler Morte Súbita, de J.K. Rowling;
 2 - Terminar de ler O Mar de Monstros, livro 2 da coleção Percy Jackson & os Olimpianos, de Rick Riordan;
 3 - Começar ler... ainda não sei, tenho alguns na minha lista, até o final do mês resolvo...

 Até mais.

Receita de Ano Novo, de Carlos Drummond de Andrade

 Para começar o ano, minha primeira postagem é o poema de Carlos Drummond de Andrade:

Receita de Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que se tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

PS.: E como já coloquei ano passado, coloco de novo a frase de Camões:
 "Jamais haverá ano novo se continuarmos os erros dos anos velhos."

31 de dezembro de 2012

Um Feliz Ano Novo


 O blog O Guardião da Muralha deseja um Feliz Ano Novo a todos os seus seguidores e leitores, e com muitos livros...
 Eu, Vitor, também desejo que 2013 seja de muita paz, amor, felicidades e muitos, mais muitos livros em 2013...

Um Pequeno Balanço de 2012

 Nesse ano, que está nas suas horas finais, eu li alguns livros, 16 no total, sendo que 3 eu já tinha lido: Quadribol através dos séculos, Animais fantásticos & onde habitam e Os Contos de Beedle, o Bardo (pequenas resenhas em breve).
 Os três melhores livros que li esse ano foram os seguintes: O Trono do Sol - A Magia da Alvorada, livro 1 do Ciclo Nessântico de S.L. Farrell; A Dança dos Dragões - livro 5 d'As Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin; e O Nome do Vento - livro 1 d'A Crônica do Matador do Rei de Patrick Rothfuss.
 Para saber quais livros li em 2012 entre na minha página Livros lidos em 2011/2012. PS.: em 2011 foi quando eu comecei a ler pra valer, por isso só tem 4 livros...

 Para o ano de 2013 pretendo ler mais livros do que li em 2012. Começo o ano lendo Morte Súbita de J.K. Rowling (que já estou lendo). Depois, e não necessariamente nessa ordem, pretendo ler: A Companhia Negra de Glen Cook; O Temor do Sábio - livro 2 d'A Crônica do Matador do Rei de Patrick Rothfuss; A Busca do Graal de Bernard Cornwell; As Crônicas de Arthur de Bernard Cornwell; Os Pilares da Terra de Ken Follett; Espíritos do Tâmisa - livro 1 da trilogia Enigmas de Londres de Ben Aaronovitch; e outros que comparei ao decorrer do ano.
 Esse foi o meu pequeno balanço de 2012. E o seu, qual foi? (Responda à enquete.)

27 de dezembro de 2012

Inverno do Mundo, de Ken Follett

 Sinopse: Depois do sucesso de Queda de Gigantes, Ken Follett dá sequência à trilogia histórica "O Século" com um magnífico épico sobre o heroísmo na Segunda Guerra Mundial e o despertar da era nuclear.
 Inverno do Mundo começa do ponto em que termina o primeiro livro. As cincos famílias - americana, alemã, russa, inglesa e galesa - que tiveram seus destinos entrelaçados no alvorecer do século XX embarcam agora no turbilhão social, político e econômico que se inicia com a ascensão do Terceiro Reich. A nova geração enfrentará o drama da Guerra Civil Espanhola, da Segunda Guerra Mundial e da explosão das bombas atômicas.
 A vida de Carla von Ulrich, filha de pai alemão e mãe inglesa, sofre uma reviravolta com a chegada dos nazistas ao poder, o que a leva a cometer um ato de extrema coragem. Os irmãos americanos Woody e Chuck Dewar seguem caminhos distintos que levam a eventos decisivos - um em Washington, o outro nas selvas sangrentas do Pacífico.
 Em meio ao horror da Guerra Civil Espanhola, o inglês Lloyd Williams descobre que precisa combater com o mesmo fervor tanto o comunismo quanto o fascismo. A jovem e ambiciosa americana Daisy Peshkov só se preocupa com status e popularidade, até a guerra transformar sua vida mais de uma vez. Enquanto isso, na União Soviética, seu primo Volodya consegue um cargo na Inteligência do Exército Vermelho que irá afetar não apenas o conflito em curso, como também o que está por vir.
 Como em toda a obra de Ken Follett, o contexto histórico é pesquisado com minúcia e costurado de forma brilhante à trama, povoada de personagens que esbanjam nuance e emoção. Com grande paixão e mão de mestre, o autor nos conduz a um mundo que pensávamos conhecer, mas que agora nunca mais parecerá o mesmo.

 A opinião que se segue abaixo pode ter alguns Spoilers do livro anterior e desse. Mas evitei ao máximo colocar informações de grande importância.

 Opinião: Poderia ser um pouco melhor. Verdade. Como no livro anterior, a Itália ficou de fora de novo; só é comentada o Tratado de Latrão, quando Mussolini faz um acordo com a Igreja Católica, oficializando o Estado do Vaticano, mas nem isso é falado assim, só é comentado por um dos personagens. Tirando isso, o livro foi bom.
 Comecemos por Carla von Ulrich. Carla aparece já em 1933, com 11 anos (acho). Ele vê a ascensão de Adolf Hitler como chanceler alemão.  Ela já é apaixonada pelo irmão de sua amiga Frieda, que acaba tendo um papel importante na história. Carla faz o parto de sua empregada, Ada, o que a leva fazer medicina, mas não consegue por ser mulher, então torna-se enfermeira. Muitas coisas acontecem com Carla, que não contarei aqui, e uma me deixou muito triste. Seu irmão Erik também ingressa na medicina, mas não chega a concluir. Ele acaba indo à guerra para cuidar dos feridos e vê coisas que o fazem mudar de ideia, uma vez que ele era nazista.
 Woody Dewar resolve se tornar senador, igualmente ao seu pai. Ele tem importantes informações sobre a política norte-americana e participa do Dia D, o ataque à Normandia. Chuck, seu irmão, resolve entrar para a marinha sem fazer faculdade, o que deixa seus pais "furiosos", porque ele seria um "soldado". Ele está em Pearl Harbor quando é atacada, junto com sua família e que, na minha opinião, é a melhor parte do livro, triste, mas a melhor.
 Lloyd Williams também têm um papel importante. Ele está presente na Guerra Civil Espanhola, e presencia o fascismo ganhar. Na Inglaterra, ele também vê o fascismo quase ganhar, parte da história que eu não sabia. Ele torna-se agente do MI9 nos Pirineus, uma cadeia de montanhas na fronteira da Espanha com a França. Participa de algumas batalhas importantes. Seu meio-irmão, Boy Fitzherbert, tem poucos capítulos; não gostei dele, um nazista e um riquinho que acha que o mundo gira em torno dele, igual ao pai.
 Daisy Peshkov mora em Buffalo, sonho em ter a mais alta popularidade, mas não consegue por seu pai, Lev Peshkov, ter sido um gangster durante a Lei Seca nos EUA. Mas quando vai para Inglaterra, sua vida muda o tempo todo. também gostei muito dela. Já seu primo, Volodya, tem papel importante tanto quanto Woody, mas que em vez dos EUA, Volodya é sobre assuntos da União Soviética. Viaja para os EUA, Berlim e outros países importante. Também tem Greg Peshkov, que trabalha para os EUA, e tem papel importante.
 Bom, acho que falei de todos os principais. Estava esquecendo, nesse livro tem um personagem principal que não faz parte de nenhuma das famílias principais, é o agente da Gestapo Thomas Macke, que fala de algumas informações sobre os nazistas e seus planos. Ficou meio grande, mas tentei resumir o máximo possível. Espero que gostem.

 PS.: O terceiro livro, ainda sem nome (pelo que sei), tem previsão de lançamento para 2014. Mesmo ano da previsão de lançamento de Os Ventos do Inverno, livro 6, e penúltimo, d'As Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin. Muitas emoções em 2014. Então que venha 2014...

25 de dezembro de 2012

Novas "Conquistas" Ganhas

 Morte Súbita eu me dei de presente, e li o primeiro capítulo quando foi lançado na internet, gostei muito e estou ansioso para lê-lo.
 A Companhia Negra eu ganhei de presente da minha tia, eu que escolhi. Parece ser muito bom, quando li a sinopse, gostei imediatamente. Quando escolhi eu não sabia que era mais de um livro (As Crônicas da Companhia Negra), mas o primeiro livro tem 305 páginas, mas ao que parece (já li umas 10 páginas, não aguentei) é muito bom. Todo em primeira pessoa, contado por um médico que acompanha a Companhia Negra.
 Esse livro eu ganhei do Matheus (também escolhi). Como o próprio subtítulo diz: "Um estudo da evolução das armas e das táticas adotadas em conflitos, da Antiguidade à Guerra de Secessão dos Estados Unidos, no século XIX." Acho que não preciso dizer mais nada a respeito.

 PS.: Comente se você ganhou livros nesse Natal.

Feliz Natal

 O blog O Guardião da Muralha lhe deseja um Feliz Natal.
 E eu também, com muitos livros...