1 de novembro de 2013

No mês de Novembro...

 As metas para esse mês são:
 1 - Terminar de ler O Herege, livro 3 da trilogia A Busca do Graal, de Bernard Cornwell;
 2 - Começar a ler Trevas, livro 6 da coleção Septimus Heap, de Angie Sage;
 3 - Provavelmente eu comece a ler O Chamado do Cuco, de Robert Galbraith (minha ansiedade não vai deixar eu adiar muito a leitura desse livro, rs).

 São essas minha metas para esse mês (que tem feriados \o/ ). Como mês passado eu li alguns contos, a partir desse é provável que eu leia um ou outro conto.

31 de outubro de 2013

Como prometido... (& Halloween)

 Como prometido, no mês de outubro:
 1 - Terminei de ler O Trono do Sol - A Magia do Anoitecer, livro 2 do Ciclo Nessântico, de S.L. Farrell;
 2 - Terminei de ler Cidades de Papel, de John Green;
 3 - Comecei e terminei de ler O Andarilho, livro 2 da trilogia A Busca do Graal, de Bernard Cornwell;
 4 - Li O Medalhão e a Adaga, de Samuel Medina;
 5 - Li o conto A Mão do Macaco, de W.W. Jacobs;
 6 - Li The Harry Potter Prequel, de J.K. Rowling;
 7 - Comecei a ler O Herege, livro 3 da trilogia A Busca do Graal, de Bernard Cornwell.

 Os tópicos 4 e 5 não estavam programados, mas eu participei do Book Tour de O Medalhão e a Adaga; e comecei a assistir os vídeos do vlog da Tatiana Feltrin, o TINY little ThInGs, um vlog muito bom, vocês têm que assistir alguns vídeos.

 PS.: Quem quiser o conto A Mão do Macaco, eu tenho em pdf, e The Harry Potter Prequel, em documento do Word (esse último são oitocentos palavras que Rowling escreveu sobre o pai e o padrinho do Harry).

 E aproveitando esse post, e para não ter que fazer mais um e postar três de uma só vez, hoje é o Dia das Bruxas aqui no Brasil e Halloween nos EUA, principalmente. Aproveite o dia, mesmo sendo uma quinta-feira, para ler um livro de terror, de medo, me morte, de bruxas.

 Até amanhã com o post "No mês de..."

Outubro, começo de temporadas - parte III: The Walking Dead, Grimm, Drácula e Once Upon A Time in Wonderland

 Desculpem pelo atraso, mas saiu ainda em outubro. Nessa parte III eu vou falar de duas das séries que eu mais gosto, The Walking Dead e Grimm, claro que depois de Game of Thrones, e mais duas que vou começar a assistir. Essa parte ficará um pouco grande porque eu não consegui postá-la antes, por alguns motivos pouco importantes. Para ver as partes I e II, clique aqui e aqui, respectivamente. Vamos começar por The Walking Dead.
 Sobre a série: A 4ª temporada de The Walking Dead mostra Rick e o grupo de sobreviventes desenvolvendo uma bem sucedida vida em comunidade dentro da prisão. Infelizmente a felicidade é efêmera neste mundo cruel. Zumbis são uma ameaça constante nas grades de proteção e um perigo ainda maior está se formando entre eles. O grupo será testado mais uma vez e a luta pela sobrevivência nunca foi tão intensa. Tirado de The Walking Dead Brasil.
 Opinião sobre a série: Como eu sou um grande fã de zumbis (tudo que tenha zumbis eu leio ou assisto) e The Walking Dead não podia ser diferente. Eu já li os dois livros lançados (resenhas aqui), comecei a ler a HQ mas parei, e ainda tendo descobrir o porquê de eu ter parado de lê-las. Mas enfim, tinha que ver a série. TWD é uma das melhores séries sobre zumbis que existe. E nessa quarta temporada está ainda melhor. Em um mundo pós-apocalíptico você nunca está seguro, e é isso que vemos nos três episódios dessa temporada. O grupo cresceu, e as pessoas mudaram, podemos ver isso com Rick, Carl e Carol, principalmente. Pena que ainda o Governador ainda não apareceu, mas segundo li, essa temporada terá dois episódios dedicados ao Governador. Para saber mais assista. Recomendadíssimo.


 Sobre a série: Grimm conta a história de Nick Burkhardt, um detetive de homicídios que tem sua vida transformada ao descobrir que é descendente de uma sociedade secreta, conhecida como Grimm. Sua missão, assim como a de sesu antepassados, é manter o equilíbrio entre a vida real e a mitologia. Essa ligação com o mundo das fábulas oferece alguns perigos ao detetive e seus entes mais próximos, em especial sua noiva Juliette Silverton e seu parceiro de trabalho Hank Griffin. Porém, quanto mais Burkhardt tenta se afastar, mais se aproxima de suas raízes e inimigos do passado. Com a ajuda de Monroe, um Blutbad renovado e seu confidente, ele terá de lutar contra estranhas criaturas, conhecidas como Wesen, que o perseguem e fazem mal às pessoas do mundo real. Tirado de Wikipedia.
 Opinião sobre a série: Eu comecei a ver Grimm assim que saiu a primeira temporada, mas depois parei, porque os episódios eram sempre iguais, alguém morria e Nick acabava descobrindo que quem matou era um Wesen. Mas depois que uma prima minha falou que ficava melhor eu resolvi assistir um mês antes de começar a terceira temporada, e não é que fica bom. Nick, no final da segunda temporada, vira um zumbi. Nem preciso falar mais, mas não é aquele zumbi de TWD, é bem diferente. Foi isso que me fez assistir as duas temporadas em um mês. Outra série que recomendo.

 Sobre a série: Uma reimaginação do clássico romance de Bram Stoker, esta nova série se passa na década de 1890 e acompanha a história de Drácula, um homem que vive uma vida dupla em Londres: ele diz ser Allen Grayson, um empresário americano interessado em trazer a ciência moderna para a sociedade vitoriana; mas, na verdade, ele quer se vingar de quem lhe fez mal há centenas de anos. Tirado de Minha Série.
 Opinião sobre a série: Eu ainda não vi essa temporada, nem sabia que ela existia até ver o primeiro episódio da terceira temporada de Grimm, no qual no final mostra algumas cenas da première de Drácula. Eu fiquei um pouco interessado em assistir, em breve assistirei. Mas parece que é boa.

 Sobre a série: O spin-off, que foi concebido como um "tapa buraco" para o hiato de inverno da série-mãe, será ambientado na Inglaterra, mais precisamente na Era Vitoriana.
 Na série, a jovem e bela Alice conta a história de um território novo e estranho  que existe do outro lado do buraco do coelho. Um gato invisível, uma lagarta fumando narguilé e jogando baralho são apenas alguns exemplos de coisas fantásticas que ela viu durante sua aventura impossível por este território. Ela é diagnosticada com insanidade mental por suas histórias fantásticas, e seus médicos pretendem curá-la com um tratamento que a fará esquecer-se de tudo. Alice parece estar pronta para esquecer-se de tudo, especialmente as dolorosas lembranças do belo e misterioso Cyrus, pelo qual se apaixonou e perdeu para sempre, mas no fundo sabe que este mundo é real e é salva, no último minuto, pelo Valete de Copas e pelo Coelho Branco deste terrível destino. Juntos, o trio explorará este País das Maravilhas, onde nada é impossível. Tirada de Série Maníacos.
 Opinião sobre a série: Essa é também uma série que eu ainda não assisti, motivo: estou com medo de ela não ser tão boa, principalmente quanto a série-mãe é ótima. Não tenho muito o que falar dessa série, mas se eu não vê-la agora, talvez veja assim que acabar Once Upon A Time, ou seja, só no ano que vem, ou no hiato de inverno que algumas séries terão, como TWD (que teve ano passado).

 Esse post ficou grande, mas eu queria colocar tudo o que faltava aqui.

30 de outubro de 2013

O Medalhão e a Adaga, de Samuel Medina

 Sinopse: Bildan é um jovem que perdeu seus pais ainda na infância, tendo crescido sem saber muita coisa sobre suas origens. Porém, tudo muda quando ele encontra uma misteriosa garota e um livro mágico, com uma mensagem secreta. Assim, o rapaz deverá atravessar uma terra repleta de magia e perigos, numa jornada desafiadora, rumo a grandes revelações sobre seu passado e sobre o sentido de sua existência.

 Aviso: Tentei evitar ao máximo colocar Spoilers, mas talvez tenha um ou outro. Você foi avisado.

 Opinião: Como já disse nesse post, eu estou participando (acho que ainda estou, mesmo depois de terminar de ler o livro, porque acho que só vou parar quando todos lerem o livro) de um Book Tour do livro O Medalhão e a Adaga. E como disse no mesmo post dito anteriormente, eu não iria ler esse livro esse ano, e talvez demoraria mais para ler. Então, em dia, visitando o blog do Samuel, o escritor, O Guardião, eu vi que ele, em conjunto com a Tamires, do Um Pouco de Tudo da Thá, eu resolvi inscrever-me, e eis que acabei participando. Mas vamos ao que interessa, a resenha.
 Bildan é uma criança diferente desde pequeno, desde antes dos pais morrerem violentamente. Ele conversa com os animais que falam a língua humana. Mas isso ele só comenta, porque o livro começa com a morte de seus pais. Então ele viaja por cinco dias (acho) com a ajuda do último feitiço de seu pai moribundo, até a cidade de Teran, onde faz poucos amigos e muitos "inimigos" entre as crianças. Bildan começa a trabalhar para um pastor, tomando conta de suas ovelhas, até que um belo dia um Arqueiro Sagrado o ajuda. E é claro que Bildan fica encantado em ver um Arqueiro Sagrado. Alguns anos de passam e Bildan já está com 15 anos, e sai de Teran em busca de uma "aventura", mal sabendo ele que isso será o que ele fez de melhor em toda sua vida. Ele conhece Sheril, uma Arqueiro Sagrado, e ela conta que Bildan também o é. Então os dois partem pra uma missão que colocará suas vidas me risco, devido ao mal que o Vazio faz a todos.
 A leitura do livro é muito rápida, flui fácil. O livro é cheio de pequenos mistérios que não o deixam maçante. Gostei de ter lido. E no final tem um gostinho de quero mais, e não, a história não é em um livro, outros virão, e espero ansiosamente. Os personagens são bem construídos e cada um tem uma personalidade diferente do outro. O ambiente é igualmente bem escrito. Uma coisa que eu achei interessante no livro foi o uso do folclore e animais brasileiros, nunca tinha lido um livro em que isso acontecia, achei muito legal, mas a história é em um universo paralelo. Uma parte que gostei muito do livro foi a batalha no capítulo 11 - A morte vem pela outra margem do rio, a luta de Bildan e Sheril contra um ulymariano, um ser do Vazio, é ótima, eu fiquei tenso pensando se alguma coisa ia acontecer de ruim, eu não vou dizer mais senão conto tudo.
 Acho que eu falei tudo que tinha de importante sem dar spoilers. Poderia ter lido o livro mais rápido, mas com a vida corrida da universidade e nesse final de semana passada eu fim Enem para ter uma chance maior no Ciências sem Fronteiras, eu não tive tempo para ler, desculpe-me por demorar com o livro, principalmente para as próximas pessoas da lista do Book Tour. Então é isso. Recomendo O Medalhão e a Adaga para todos e para todas as idades, um livro bom, de um autor brasileiro, que eu não lia há muito tempo.

29 de outubro de 2013

Dia Nacional do Livro


Hoje eu passa aqui bem rápido para desejar um Feliz Dia Nacional do Livro, com muitas leituras.

 A data foi escolhida porque, há mais de 200 anos, era fundada, no Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional do Brasil. Ela nasceu com 60 mil livros e documentos que a Família Real trouxe de Portugal e hoje conta com mais de 9 milhões de obras. Atualmente é considerada pela Unesco uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo.

  Não podia deixar o selinho de Campanha de Incentivo à Leitura, feita pelo Ministério da Cultura.

 PS.: Amanhã sai a resenha do livro O Medalhão e a Adaga.

26 de outubro de 2013

Nova "Conquista"

 Chegou pelo correio O Chamado de Cuco, de Robert Galbraith, pseudônimo de J.K. Rowling, mas eu comprei brochura, em vez de capa dura, então eu irei vendê-lo e comprar com capa dura. Só vou fazer isso porque como eu estou lendo O Herege (terminei O Medalhão e a Adaga, resenha amanhã ou segunda), e eu não vou lê-lo agora, e depois de que eu terminar O Herege vou pegar Trevas, de Angie Sage, que estou louco para ler.
 Só passei aqui para avisar sobre essa nova "conquista". Até mais.

25 de outubro de 2013

O Andarilho, de Bernard Cornwell

Sinopse: O Santo Graal, a Relíquia Sagrada da Cristandade, inspirou muitas obras-primas da literatura. Tornou-se o mais mítico dos objetos, imortalizado no imaginário de todo o mundo ocidental. Sua lenda é normalmente ligada às histórias de Artur e seus cavaleiros, mas, desta vez, a imaginação de Bernard Cornwell transporta a saga de sua busca para o século XVI, em plena Guerra dos Cem Anos entre Inglaterra e França.
 O Andarilho é o segundo capítulo desta aventura, iniciada com o empolgante romance O Arqueiro. Após sobreviver à Batalha de Crécy, Thomas de Hookton, o valente arqueiro inglês, é enviado pelo Rei numa missão na qual teria de descobrir mais sobre o legado de seu pai, que parece ligado ao Graal. Mas Thomas acaba envolvido na luta contra um exército invasor e, nas fileiras inimigas, descobre que há outros na trilha do objeto sagrado. Homens que não se deterão diante de obstáculo algum. Thomas, então, volta à sua aldeia natal em busca de um indício que possa colocá-lo no caminho certo. E encontra pistas que o deixam sob risco ainda maior e que apontam novas direções para sua missão.
 Entre arqueiros, mercenários, reis, monges, guerreiros, cardeais, inquisidores, nobres e lindas mulheres, Thomas atravessa a Europa e leva os leitores deste romance em uma viagem inesquecível pelo século XVI. Cornwell confirma com O Andarilho a reputação conquistada com sua releitura das aventuras de Artur e seus cavaleiros. Um livro apaixonante sobre um dos períodos mais conturbados da história inglesa.

 A opinião que se segue abaixo pode ter alguns Spoilers do livro anterior e desse. Mas evitei colocar informações de grande importância. Você foi avisado.

 Opinião: O Andarilho é o segundo volume da trilogia "A Busca do Graal", como já disse na sinopse. Para ler a resenha de O Arqueiro clique aqui. Não sei muito bem por onde começar, esse livro tem novos personagens, que são bem interessantes, como o padre Bernard de Taillebourg, e seu criado; Sir William Douglas, Robbie etc. Mas também temos os velhos, Sir William Skeat, Mordecai, Jeanette etc. Mas vamos começar com Thomas, o arqueiro mais querido da literatura, né Fernanda?
 Thomas de Hookton está, já no começo do livro, em Durham, norte da Inglaterra, perto da fronteira com a Escócia, e uma batalha está em andamento. Thomas, sendo inglês, não pode deixar de lutar em nome de Sua Majestade, o Rei Eduardo III da Inglaterra. Após a batalha ter terminado, e a Inglaterra ganhar por pouco, Thomas descobre que Eleanor, sua futura esposa, e o padre Hobbe, seu amigo, estão mortos. Eu não queria colocar isso aqui, mas se não colocasse vocês poderiam se perguntar o que aconteceu com os dois. Enfim, não acreditei quando li isso, não mesmo, não esperava isso. Se fosse o tio Martin quem tivesse escrito o livro eu ficaria esperando isso.
 Depois dessa pequena escaramuça, Thomas, junto com Robbie, um prisioneiro escocês, retorna à sua aldeia, Hookton (onde seu primo fez um ataque à quatro anos e meio, segundo Thomas), para tentar descobrir o que seu pai fez com o Graal. Mas enquanto ele está indo para Hookton, outras pessoas o estão seguindo, mas para o lugar errado. É ali em Hookton, em em Durham, que Thomas sabe mais um pouco sobre seu pai, o padre Ralph Vexille. E após um tempo, ele e Robbie seguem para a França. Thomas está mais religioso nesse livro. Mas sempre suspeita se o Graal realmente existe.
 Robbie é um bobo, se apaixona por tudo "que tenha peitos", segundo Thomas. Robbie acaba fazendo uma amizade com Thomas, mesmo ele sendo um escocês e Thomas um inglês. Ri um pouco com Robbie, ele é um personagem que eu espero ver de novo em O Herege.
 Alguns personagens tem alguns "lapsos (não achei palavra melhor) de capítulos", como o Cardeal Arcebispo de Livorno, que trama, junto com de Taillebourg, em como conseguir o Graal, e também ele sonha que conseguir o Graal é apenas uma etapa para ele sentar no Trono de Pedro, que está em Avignon, e o cardeal arcebispo pensa em levá-lo para Île de la Cité, em Paris, e transformar a Catedral de Notre Dame na nova Basílica de São Pedro, mas isso não é tão importante assim na história. Outros personagens tem "capítulos" assim, mas agora não lembro, desculpem.
 Bernard de Taillebourg é um padre francês que está atrás do Graal também, com ordens do Santo Padre. Ele aparece no começo do livro em Durham, junto com seu criado, que não vou falar quem é porque é uma pessoa importante na história. De Taillebourg é um Inquisidor da Igreja Católica, e tem uma parte em que ele faz seu trabalho no livro. Essa foi uma parte interessante de se ler, porque quando ele fala da Inquisição e de Deus, na época você acabava acreditando no que ele falava. Como na passagem a seguir: "A Igreja nos dá autoridade para interrogá-lo (...), mas na sua infinita misericórdia ela também nos ordena que não derramemos sangue. Podemos usar a dor, na verdade é nosso dever empregar a dor, mas tem de ser dor sem derramamento de sangue. Isso significa que podemos usar o fogo (...) e podemos apertá-lo e podemos esticá-lo, e Deus irá nos perdoar, porque isso será feito em Seu nome e a Seu santíssimo serviço." p.347-348. Não só isso, tem mais coisas, mas isso na época acabava convencendo as pessoas de que a Inquisição era uma coisa boa.
 Eu não quero falar muito senão acabo dando spoilers sem querer. Para terminar quero fazer alguns comentários. Artur é citado de novo nesse livro. É descrito o arco de Thomas, e ele é muito legal, quero um. Os Cavaleiros do Apocalipse também são citados, e a descrição é bem feita por Thomas. Alguém, que não lembro quem foi, acho que foi Sir Guillaume, fala que Calais é o c* da França, por ficar em uma região pantanosa. A descrição e o funcionamento de um trabuco é muito bem feita por Cornwell. As arqueiros correndo do escoceses no começo do livro nos faz parecer que estamos que estamos realmente em Durham.
 Bem, é isso. Mais uma vez gostei de um livro do Bernard, e como não gostar? (A exceção, para mim, foi O Forte, não que eu não tenha gostado, mas ele é um pouco confuso de se ler). Thomas e os personagens secundários são muito bem construídos e a escrita é tão boa, que parece que você está lá, batalhando junto com o arqueiros da Inglaterra. O Andarilho é um livro muito bom, e poucos autores conseguem fazer o que Bernard faz. Uma trilogia que recomendo.