30 de abril de 2015

Como estabelecido em Abril... (& Explicações)

 Sobre as metas de março:
 1 - Terminei de ler O amor de uma boa mulher, de Alice Munro;
 2 - Li A Música do Silêncio, de Patrick Rothfuss.

 PS.: Falei que leria bastante no mês de abril, só que os professores resolveram passar tudo de uma vez em um mês que teve 2 semanas (brincadeira à parte). Abril passou voando gente, eu me dei conta de que o mês acabou hoje um pouco antes de começar a escrever esse post. E tendo que ler um livreto, mais de 10 textos e alguns capítulos do Le Petit Nicolas para o curso de francês, não tive tempo para me dedicar às leituras propostas para abril, nem quando fui para casa tive tempo. E nesse meio tempo eu abandonei (uma coisa que não gosto de fazer) Antes de Dormir, porque a leitura não estava rendendo. Enfim, é por isso que li tão pouco esse mês, e espero que em maio os professores não resolvam fazer um complô contra os alunos, rs.

 Até o próximo.

3 de abril de 2015

Você Escolhe #13 - Ernest Hemingway

 Não precisei pensar muito para fazer esse Você Escolhe. Não sei se vocês sabem, mas eu estou fazendo a coleção das novas edições com novo layout dos livros do Ernest Hemingway pela editora Bertrand Brasil, que por sinal são edições lindas. E porque dois livros dele estão nas minhas Metas de 2015 (metas essas que não postei devido a n motivos já explicados em outro post), mas vocês não saberão quais são para não serem influenciados a escolher um da lista (as minhas metas para 2015 terá um post exclusivo entre junho e julho). E também nada melhor do que começar o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1957 com um livro escolhidos por vocês.
 Enfim, os livros para a votação deste mês são:

 1 - Adeus às armas;
 2 - Do outro lado do rio, entre as árvores;
 3 - O sol também se levanta;
 4 - Por quem os sinos dobram.

 A votação já começou e ficará no ar até o dia 30 de abril de 2015, às 23:59h, hora oficial de Brasília. Não deixe de votar.

2 de abril de 2015

Você Escolheu #12 - Contos Russos

 Como já foi dito no post que iniciou a votação do mês passado, eu resolvi escolher livros de contos russos primeiro porque tenho curiosidade para ler livros russos, e nada melhor do que contos, e segundo para ver se termino O amor de uma boa mulher, que está rodando na minha mão desde 2014, já está na hora de terminá-lo. Bem, o vencedor deste mês foi Contos Reunidos, de Tchekhov. Gostei da escolha do público, porque pelo o que eu já li, Tchekhov foi um incrível contista.

 Não consegui encontrar nenhuma imagem do livro. Desculpem.

 Até o próximo.

1 de abril de 2015

No mês de Abril...

 As metas para este mês são:
 1 - Ler Contos Reunidos de Tchekhov; Você Escolhe #12 - Contos Russos;
 2 - Terminar de ler O amor de uma boa mulher, de Alice Munro;
 3 - Terminar de ler Antes de Dormir, de S.J. Watson;
 4 - Começar a ler A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón; (presente da minha madrinha Fernanda, do Na trilha dos livros, muito obrigado pelo presente).

 Como esse mês já começa com feriado (Sexta-feira Santa, Sábado de Aleluia e Domingo de Páscoa), e depois do meu aniversário, que é dia 19, tem o feriado de Tiradentes, acredito que eu leia bastante coisa esse mês.

 Até o próximo.

31 de março de 2015

Como estabelecido em Março...

 Sobre as metas de março:
 1 - Li O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman; Você Escolheu #11 - Neil Gaiman; (opinião em breve);
 2 - Li 2 contos de O amor de uma boa mulher, de Alice Munro.

 Não consegui terminar a leitura de Antes de Dormir por ser muito repetitivo em algumas cenas, por isso não deu pra mim.

 Até o próximo.

28 de março de 2015

Homens, mulheres & filhos, de Chad Kultgen

 Sinopse: Ícone Cult, Chad Kultgen tem a capacidade de encantar e surpreender até os mais aficionados fãs de literatura contemporânea. Em Homens, mulheres & filhos, sua visão mordaz da sociedade e sua proza impecável, combinados à sua imaginação obscena atingem o ponto mais alto no retrato que faz das pressões vividas por um grupo de adolescentes e seus respectivos pais, todos vagando pelo terreno compartilhado da internet - com suas promessas de oportunidade, escapismo, reinvenção de identidade e conflitos inesperados.
 De pais viciados em pornografia on-line a filhos obcecados por World of Warcraft; de líderes de torcida competitivas a mães totalmente sem noção, Homens, mulheres & filhos abre uma janela para mostrar a cultura emocionalmente traiçoeira em que vivemos.
 E essa rede complexa formada por namoro, sexo, intimidade e ruptura que permeia a vida pessoal, profissional e escolar dos personagens de Chad Kultgen, tanto no mundo real quanto no virtual...

 Aviso: Tentei evitar ao máximo colocar Spoilers, mas talvez tenha um ou outro. E peço que não continue se você se incomoda com o tema, porque seria realista tanto quanto o escritor foi em seu livro. Você foi avisad@.

 Opinião: A verdade é que não sei muito bem como começar minha opinião a respeito do livro. Ele foi um livro muito forte de se ler, devido a n fatores, e entre eles, as relações entre as pessoas, que, ao mesmo tempo que são inocentes, também são duras e violentas. E o livro fala sobre isso o tempo todo, sem perdoar nada, o realismo é gritante aqui. O que mais chamou minha atenção foi justamente essa realidade crua, dura, às vezes até cruel. Aqui as personagens são tão humanos quanto eu ou você, com seus sofrimentos, alegrias, defeitos, virtudes, problemas emocionais e/ou psíquicos, e tudo aquilo que nós temos e somos, aquilo nos dá nossa humanidade. A sexualidade e o sexo são tratados como coisas do cotidiano, e são na realidade. Somado a isso tudo ainda tem a questão da internet, um mal pra alguns, e também de um personagens do livro. Vocês já compreenderam o que eu quis dizer sobre o livro.
 Tentarei não focar muito nos personagens, e sim falar do geral, ou seja, o que acontece nesse círculo de personagens. O enredo se passa em uma cidade, que não lembro qual (se é que ela é citada), mas é claramente uma estadunidense, e os personagens variam desde adolescentes de 14/15 anos até seus pais, por volta dos 40 anos. Esses adolescentes estudam todos juntos no 9º ano (antiga 8ª série), e, como uma "boa" escola estadunidense, eles pensam em transar (é assim mesmo que eles tratam, então tratarei igualmente) antes do Ensino Médio, o que acontece, no livro, mais entre as meninas do que entre os meninos. Uma delas é Hannah Clint, que diz ter feito com duas meninas, entre elas, Allison Doss, uma menina com anorexia (devido ao que um garoto falara com ela no ano passado), e tirado uma foto para provar, sexo oral com um cara da Flórida durante as férias de verão, e que não vê a hora de perder a virgindade, e sua melhor opção é Chris Truby, um rapaz com sérios problemas, na visão dela, de sexo, já que ele só fica excitado se uma mulher dominá-lo e bater nele, bem como fazer outras coisas que prefiro não comentar aqui. Mas claro que tudo dá errado para ela quando nada acontece na hora H. Mas acredito que o pior de tudo é a mãe dela, Joan Clint, que criou um site para a filha postar e vender fotos sensuais. Joan acaba conhecendo Kent Mooney (e um dos personagens mais "normais" do livro), pai de Tim Mooney, em uma reunião da PAtI (Pais ao Ataque à Internet) de Patricia Beltmeyer, uma mãe obcecada com a segurança virtual da filha, Brandy Beltmeyer, que tem um interesse amoroso não correspondido por Tim Mooney (que também sente a mesma coisa por ela) há muito tempo. Voltando à família Truby, seus pais, Don e Rachel, não possuem um casamento feliz a anos, e Don vive se masturbando, chegando até a usar o computador do filho para isso; e é aí que ele descobre um site onde você pode comprar os serviços de uma prostituta, e ela faz isso; já Rachel entra em um site de relacionamentos e marca um encontro com um desconhecido em um hotel fora da cidade, e não se arrepende, bem como Don. Agora voltando à Tim Mooney, ele é um adolescente que acredita que tudo o que fazemos aqui, tudo o que deixamos na Terra, não vale de nada, já que ela é apenas um grão de rocha derretida no espaço, o que ocorre depois de ele ver um vídeo de Carl Sagan (que acredito ser esse aqui, chamado Pálido Ponto Azul); o vídeo o faz deixar o time de futebol americano, no qual ele era o melhor, o que leva a sofrer bullying dos ex-amigos, e o leva a jogar por horas seguidas World of Warcraft, onde a "vida" ali é bem melhor do que a realidade. Também estava esquecendo do único casal adolescente do livro: Danny Vance (ele) e Brooke Benton (ela); eles são um casal "normal" para os padrões da atual sociedade: não possuem manias que incomodam, são emocional e fisicamente bem, são o "casal perfeito", contudo, Brooke quer perder sua virgindade antes da "amiga" Hannah, mas Danny não quer, não se sente preparado para transar, ainda mais porque tem que pensar no campeonato de futebol americano, Brooke entende, mas não por muito tempo.
 Acredito que coloquei de tudo um pouco sobre os personagens, e mesmo estando confuso, o livro também o é até você conseguir entendê-lo completamente. Os personagens são assim também, as vezes confusos, mas quem não é na realidade. Espero que todos tenham pegado o que eu quis passar sobre os personagens: todos são falhos, são impulsivos, são temerosos, mas é isso que são, única e simplesmente humanos vivendo suas vidas. O final do livro é tão realista quanto a realidade, não existem finais felizes para todos. Para não ficar mais repetindo algumas coisas, acabo essa minha opinião aqui.
 Obs.: Assisti ao filme assim que terminei de ler o livro, e gostei do mesmo jeito. As duas únicas coisas que me incomodaram foi que o casal Brooke Benton e Danny Vance não estão no filme (Danny até aparece, mas não lembro de ter visto Brooke), uma pena; e o final é bem diferente do livro, já que tem que possuir o "padrão hollywoodiano", onde os filmes, por mais realistas que sejam, têm que ter o "final feliz", mas gostei do jeito como terminou também (mas quem não gosta de finais felizes que atire a primeira pedra). De resto é bem parecido com o livro, até mesmo as cenas em que Emma Thompson narra a história e fala sobre a sonda Voyager e o que Carl Sagan fala sobre a fotografia que a mesma tirou quando chegou na "barreira" do Sistema Solar, a Heliosfera, e resolveu dar uma última olhada para casa.

 Até mais.

 Se você gostou de Homens, mulheres & filhos, pode gostar também de:
 Informação ao crucificado, de Carlos Heitor Cony;
 Leite Derramado, de Chico Buarque;
 Deixa ela entrar, de John Ajvide Lindqvist;
 Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago;
 A garota que eu quero, de Markus Zusak.

11 de março de 2015

Pássaro da Tempestade, livro I da Guerra das Rosas, de Conn Iggulden

 Sinopse: Quando o rei Henrique VI enfim ocupa o trono da Inglaterra, todo o reino é abalado. Sua saúde debilitada e seu espírito fraco são notórios na corte, e, dessa forma, é responsabilidade de seus homens de confiança garantir a segurança da Coroa.
 A pedido de Henrique, o espião-mor Derry Brewer e William de la Pole, duque de Suffolk, propõem um armistício com a França através de um casamento arranjado com Margarida de Anjou, jovem da nobreza francesa. Porém, nem todos veem esse acordo com bons olhos, e assim nasce uma conspiração, liderada por Ricardo Plantageneta, duque de York, que deseja destronar o rei e ocupar seu lugar.
 É o início de um período sangrento ma Inglaterra, uma guerra civil com alianças e traições na qual a morte está sempre à espreita.

 Aviso: Tentei evitar ao máximo colocar Spoilers, mas talvez tenha um ou outro. Você foi avisad@.

 Opinião: Essa já é o terceiro post de opinião essa semana. E desta vez irei falar de um livro que tinha tudo para ser incrível, mas que pecou com algumas coisas, principalmente sobre os acontecimentos que rodeiam a trama. Fora isso, o livro é muito bom; o desenvolvimento dos personagens são fascinantes e a trama que os envolve é incrível. Não sei se sabem , mas eu sou fascinado por guerras, no sentido de estudá-las e ver o seu desenrolar, o que foi feito para que elas acabassem, o que deu certo e o que deu errado, mas isso é conversa para outro dia.
 Pássaro da Tempestade é o primeiro livro de Conn Iggulden que leio, e já achei a escrita dele muito fo**, comparada ao nosso querido tio Bernard (tenho que ler algum livro dele esse ano, quem sabe um Você Escolhe com o tio Bernard de novo?); desde uma simples escaramuça até a maior batalha, Iggulden nos prende; e as descrições das batalhas possuem tantos detalhes que poucos conseguem fazer igual. Mas como já disse anteriormente, Iggulden peca em não falar diretamente o que está acontecendo, em relação ao período histórico, no livro. Alguns poderão dizer que ele coloca duas datas em duas partes do livro, mas aí quem não sabe/lembra o que aconteceu naquele período tem que pesquisar sobre. O livro começa com a morte do rei Eduardo III em um período de plena Guerra dos Cem Anos, no Anno Domini 1377. Isso me incomodou um pouco, por Iggulden não falar que estava acontecendo a Guerra dos Cem Anos e que a Inglaterra junto com a Borgonha estava lutando contra a França e a Escócia pelo domínio territorial de onde hoje corresponde atual norte e oeste a França. Contudo, Iggulden fez um incrível trabalho ao colocar todos os personagens em uma lista de personagens, colocar cinco árvores genealógicas das principais famílias e três mapas representando o período, sem contar com um mapa de contracapa incrível.
 Como disse anteriormente, o livro começa com um prólogo do rei Eduardo em seu leito de morte em 1377. Não muita coisa importante neste prólogo, só ele conversando com a criada e amante, e depois seus três filhos vivos. Dali temos um pulo histórico de sessenta e seis anos após a morte de Eduardo III, onde também nesse longo período o rei Henrique V, o grande leão da Inglaterra, viveu e morreu. Assim, estamos no Anno Domini 1443, após anos de regência no trono da Inglaterra. O atual rei é Henrique VI, um rei fraco militar, físico e mentalmente. Henrique VI está mais para um padre do que um rei, porque logo nesse começo já o vemos rezando quando William de la Pole e Derry Brewer chegam para conversar sobre um possível armistício com a França do rei Carlos VII, que também era tio de Henrique VI. A descrição feita por Iggulden logo nesse começo é incrível, dá até para sentir o frio do inverno na Inglaterra. No término da conversa, Henrique VI aceita o que lhe foi proposto, manda Derry ir buscar essa princesa francesa e volta para suas orações.
 Em seguida conhecemos Margarida de Anjou, da França, a jovem com quem Henrique VI irá se casar. Ela é uma personagem que gostei muito. Ela tem uma personalidade muito forte, e (não quero dar spoilers, mas...) quando ela casa-se com Henrique VI e ele fica doente, de novo, em um momento crucial, ela consegue comandar muito bem a Inglaterra. O começo da história dela é bem parado, só fica naquela coisa de menina rica que está ficando pobre e ainda tem que aturar as brincadeiras de mal gosto dos irmãos mais velhos. Mas tudo começa a mudar quando William de la Pole chega para levá-la para o casamento, onde estarão presente as pessoas mais ricas e poderosas da França e Inglaterra.
 Entretanto, alguns lordes não ficaram felizes com a decisão do armistício e devolução de terras a Carlos VII por Henrique VI, principalmente Ricardo Plantageneta, duque de York, que também era lorde dos territórios de Anjou e Maine na França. York acredita que foram William e Derry que fizeram a cabeça de Henrique VI para assinar o armistício, e em parte foram sim. Devido à perda de territórios, York é mandado para a Irlanda por Henrique VI para se tornar lorde lá, e é claro que ele não gosta disso. York é um personagem muito calculista, e sua mulher, Cecily da casa Neville, não fica atrás. Para não "desobedecer" seu rei, ele vai para a Irlanda. Contudo, ele sabe que revoltas começarão em Anjou e Maine, e não levanta um dedo para ajudar seu rei a controlar e tirar os camponeses dessas terras. O problema começa aí, sem mais informações.
 Derry Brewer, o espião-mor do rei, é disparado o melhor personagem do livro. Ele mesmo diz que não aceitou ainda algum título de nobreza porque isso poderia mexer com a cabeça dele, e acho certo da parte dele. Como sendo um espião, Derry não deve possuir um título, senão isso se tornaria um alvo fácil contra aqueles que o odeiam, como no caso do duque de York (spoiler se eu falar mais). Brewer resolve quase tudo sobre o armistício e o casamento de Henrique VI e Margarida de Anjou, e ao longo do livro mostra-se um fiel súdito. Mas no começo, Margarida não gosta muito dele por vários motivos, mas em uma cena do livro ele acabam se entendendo e trabalham juntos. Outro personagem fascinante é William de la Pole, duque de Suffolk. É ele que ajuda Margarida, que se encanta desde a primeira vista com os modos dele, com o casamento, e a ajuda a chegar até a Inglaterra. Não quero falar muito dele porque senão dou muitos spoilers, já tentei, mas tudo que escrevi dele acaba sendo um spoiler, tamanha a importância dele ao longo do livro.
 Vários outros personagens aparecem ao longo do livro, alguns com pequenas cenas, e outros com grandes, mas que se eu falar seria spoiler, uma vez que um personagem, Jack Cade, um camponês de Essex que se revolta contra Henrique VI e começa uma rebelião (spoiler, desculpa). E também temos Thomas Woodchurch, um fazendeiro arqueiro inglês que inicia a rebelião em Maine (spoiler de novo). Não falarei mais nesses personagens, pronto!
 Para terminar essa opinião que eu não pretendia ser tão grande quero falar que gostei de ter lido Pássaro da Tempestade, mas não entendi o por quê do título do livro; não consegui pegar ao longo da leitura, rs. Não ficarei repetitivo, porque já disse tudo o que queira em relação ao livro lá no começo. Espero que o próximo seja melhor. E antes de ir uma "Nota sobre as rosas: um dos símbolos da casa de York é uma rosa branca. Ricardo de York também usava um falcão e um javali. Tanto Henrique VI quanto Margarida usavam o cisne como símbolo. A rosa vermelha era um dos muitos símbolos heráldicos da casa de Lancaster (de João de Gaunt, duque de Lancaster). O conceito de uma guerra entre as rosas é uma invenção Tudor e não havia noção de branco contra vermelho na época. A verdadeira luta era entre as diversas linhagens masculinas de Eduardo III: homens de grande poder, todos em busca do trono. Mas foram as fraquezas do rei Henrique VI que deram ousadia a seus inimigos e mergulharam o país na guerra civil.".
 Até o próximo.

 Se você gostou de Pássaro da Tempestade, pode gostar também de:
 A Busca do Graal, de Bernard Cornwell;
 As Crônicas de Artur ou do Senhor da Guerra, de Bernard Cornwell;
 O Último Reino, livro I das Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell;
 O Forte, de Bernard Cornwell;
 O Condenado, de Bernard Cornwell.