28 de fevereiro de 2015

Como estabelecido ou Sobre as metas de Fevereiro...

 Antes de falar sobre o que estipulei como minha meta para o mês de fevereiro, só queria avisar sobre o por quê da mudança do nome para o presente post de Como estabelecido...: sempre achei que prometer é uma palavra muito forte, uma coisa que você tem que cumprir. Por esse motivo resolvi mudar o nome do post para o acima, citado no título (sujeito a modificação). Acredito que será uma coisa mais maleável devido às metas que coloco no começo do mês mas que não a sigo a risca. Por isso a mudança, e espero que gostem. Enfim...

 Sobre as metas de fevereiro:
 1 - Li Desonra, de J.M. Coetzee; (opinião em breve);
 2 - Terminei de ler Homens, mulheres & filhos, de Chad Kultgen (opinião em breve).

 PS.: Devido à visita de uma tia minha que mora em Porto Velho, Rondônia, que se deu próximo ao Carnaval, não li tanto quanto queria. Mês que vem leio mais.

 Até o próximo.

3 de fevereiro de 2015

Você Escolhe #11 - Neil Gaiman

 Para o primeiro Você Escolhe de 2015, eu escolhi um autor que li há um bom tempo e que tenho vontade de reler, mas sempre coloco outras coisas no lugar. Então venho oferecer-lhes para votação Neil Gaiman, um dos mestres da fantasia, e afins, moderna. Enfim, os livros para votação deste mês são:

 1 - Belas Maldições, com Terry Pratchett;
 2 - Coraline;
 3 - Deuses Americanos;
 4 - O oceano no fim do caminho.

 A votação já começou e ficará no ar até o dia 28 de fevereiro de 2015, às 23:59h, hora oficial de Brasília em horário de verão. Não deixe de votar.

2 de fevereiro de 2015

Você Escolheu #10 - Prêmio Nobel de Literatura

 Não tenho muito o que falar sobre essa votação uma vez que eu não sei muito sobre os livros em votação, e como já disse aqui, os livros foram escolhidos entre os da coleção 25 Anos da Companhia das Letras - Coleção Prêmio Nobel e um aleatório. Enfim, o escolhido foi Desonra, de J.M. Coetzee, e depois de ler a sinopse, fiquei interessando em lê-lo, espero loucamente por fevereiro para poder começar.

 Até o próximo.

1 de fevereiro de 2015

No mês de Fevereiro...

 As metas para este mês são:
 1 - Ler Desonra, de J.M. Coetzee; Você Escolhe #10 - Prêmio Nobel de Literatura;
 2 - Terminar de ler The Leftovers, de Tom Perrotta;
 3 - Terminar de ler Homens, mulheres & filhos, de Chad Kultgen;

 PS.: Desonra estava programado para ser lido em janeiro, mas por motivos já ditos aqui, resolvi passá-lo para fevereiro.

 Até o próximo.

31 de janeiro de 2015

Último dia do mês de janeiro...

 Como não fiz nada esse mês, este post será diferente. Por isso...

 Li em janeiro:
 1 - Sob a Redoma, de Stephen King;
 2 - Ressurreição, de Jason Mott;
 3 - Pássaro da Tempestade, livro I da Guerra das Rosas, de Conn Iggulden;
 4 - Eu sou o mensageiro, de Markus Zusak.

 Minhas opiniões a respeito dos livros acima serão postadas ao longo de fevereiro.

 Até o próximo.

28 de janeiro de 2015

Para retomar às atividades...

 Eu andei sumido, e acredito que todos saibam, rs. O sumiço foi um pouco intencional e também por descuido, sinto muito mesmo. Intencional no sentido de que queria um tempo mais para mim, para descansar. Quem me acompanha sabe como foi corrido de setembro até o final do ano passado, 2014. A universidade estava usufruindo todas as minhas forças até a exaustão. Não estava conseguindo ler por prazer, não assistia às minhas séries (só The Walking Dead e American Horror Story: Freakshow ou Freak Show, já vi os dois jeitos escritos), assisti uns cinco filmes nesse período. Minha vida era basicamente estudar e estudar, sem contar também as viagens acadêmicas e não acadêmicas, como à Comic Con Experience (onde por sinal conheci a Fernanda, minha madrinha literária, beijos) e as idas para minha casa em Levy por motivos variados. Enfim, quando entrei de férias, estava tão exausto de tudo que resolvi desligar-me um pouco da internet (e sim, fiquei quase um mês sem ligar o meu computador, só usava raramente o celular) e das leituras. Só pensei em descansar e assistir a todos os filmes que perdi nesse período e ficar com meus parentes. Isso seria só em dezembro, mas resolvi prolongar para janeiro todo para por algumas coisas em ordem aqui no blog e na minha vida. Estou tentando, rs. A parte que cabe ao descuido é que eu pretendia fazer algumas postagens atrasadas para janeiro, mas como já disse anteriormente, prolonguei meu descanso, e que descanso!
 Com tudo isso explicado, e já percebido por vocês até aqui, eu voltarei com algumas novidades, que não serão necessariamente apresentadas em fevereiro, mas para vocês digo que até abril elas já estarão "no ar". E o que eu puder, soltarei antes do prazo que eu mesmo estipulei para elas, para um maior controle. Espero que continuem a visitar esse humilde blog e futuramente... ops. Vocês não sabem o quão são importantes, e cada melhora é feita para vocês. Abraços se você for de abraços e beijos se você for de beijos! (Vi isso em algum filme/livro/série que não sei qual é, se souberem avisem aqui).

 Até mais.

13 de dezembro de 2014

Excalibur - Livro III d'As Crônicas de Artur, de Bernard Cornwell

 Aviso: A sinopse abaixo contém Spoilers do final d'O Inimigo de Deus, e, consequentemente, d'O Rei do Inverno.
 Sinopse: [...] A partir de fatos históricos comprovados, ele [Bernard] criou uma Britânia realista, exatamente como deve ter sido no século V, época em que Artur teria vivido. Sobre esse cenário, reconstruiu a vida dessa figura lendária em uma série de romances que se encerra com Excalibur. Este último episódio, a Britânia está mergulhada em trevas profundas. O rei Mordred governa com mão de ferro, e Artur, separado de Guinevere após ser traído por ela, vê seus sonhos de paz desmoronarem. Em sua eterna luta para unir todo o reino, Artur enfrenta inimigos poderosos e inesperados: os antigos deuses britânicos, que poderão ser combatidos apenas com a conversão de Artur ao cristianismo. Um conflito que tem seu clímax na Batalha de Mynyd Baddon, um combate memorável que originou as lendas em torno de Artur que chegaram até os nossos dias.
 Excalibur encerra a trilogia iniciada com O Rei do Inverno, levando aos leitores a vida de Artur e seu mundo com uma nitidez espantosa, jamais conseguida em outras narrativas. É a história de um homem que luta por seus ideais em uma era brutal, prejudicado por suspeitas e magias do passado, rodeado por intrigas, e que depende apenas de sua habilidade na guerra e do talento para a liderança. Um romance empolgante que revela fatos históricos sobre Artur e seu mundo, imortalizados por bardos que há séculos cantam e contam as aventuras do maior herói de todos os tempos.

 Aviso: A opinião que se segue abaixo pode ter alguns Spoilers dos livros anteriores e desse. Mas evitei colocar informações de grande importância desse livro. Você foi avisado.

 Opinião: Demorei um pouco para ler e para fazer esse post, mas terminei e estou postando com uma dor no coração, porque infelizmente As Crônicas de Artur acabou, e como acabou. Reviravoltas e mais reviravoltas ao longo da história toda, e não só com Derfel ou Artur, mas com todos as pessoas que os rodeiam também. E concordo com Derfel que esse é o livro mais sombrio de todos, contudo, ele possui seus momentos de leveza, mesmo que estes sejam bem pouco e incomparáveis com os sombrios, que chocam demais as vezes. Se você se quiser ler as minhas opiniões a respeito dos dois livros anteriores, basta clicar aqui.
 O livro começa com Derfel já idoso falando com Igraine sobre o que Artur fez com Guinevere após descobrir sua traição com Lancelot no Templo de Ísis, no Palácio do Mar, próximo à fronteira da Terra dos Bélgicos. Logo após Derfel continua contando sua história e já de cara temos ele conversando com Merlin sobre a mesma coisa. Merlin continua com a ideia de construir sua grande fogueira do Mai Dun, onde ele e Nimue, principalmente, acham que os deuses retornarão à terra e livrará os indesejáveis cristãos e saxões da ilha da Britânia. A primeira parte do livro é basicamente voltada para esse acontecimento, com os preparativos e afins, e que possui seu clímax no final da primeira parte, e que não quero contar senão dou um grande spoiler. Um pouco antes das fogueiras do Mai Dun, Merlin afirma à população que os deuses já estão mandando sinais à eles, como um ser que brilha no escuro que aparece misteriosamente em um castelo que não lembro qual.
 Após os acontecimentos das fogueiras do Mai Dun, a Britânia entra em completa escuridão e sofrimento. O fracasso causado foi tão grande que Merlin sente isso de tal maneira que o vemos cada vez mais velho, e Nimue simplesmente some da face da Terra, ninguém sabe onde ela está. E logo Merlin também some. Os saxões planejam invadir a Dumnonia e rasgar o reino ao meio. Então Artur começa a reunir seu exército, mesmo sabendo que será inferior ao dos saxões, que recebem mais soldados a cada dia que passa vindo do outro lado do Mar Germânico. E Mordred que continua o mesmo de sempre, mas reviravoltas, que são spoilers, o "tiram" do trono: ele continua sendo o rei, mas sem influência nenhuma de mandar (como o é na Inglaterra hoje, onde a Rainha Elizabeth II é somente uma Chefe de Estado, ou seja, representa o Estado Nacional Inglês, e o Primeiro-Ministro, um Chefe de Governo, ou seja, governa o país a partir do Poder Executivo). Contudo, Mordred toma um gosto pela batalha, torna-se um exímio soldado e mata com uma voracidade grandiosa, com nenhuma piedade.
 É durante a Batalha do Mynyd Baddon que Guinevere torna-se de novo uma personagem que eu gosto. Ela possui uma fibra incrível e não tem medo da batalha iminente, até faz uma coisa que ajuda os soldados de Derfel no Mynyd Baddon (mas por que ela está ali? Leiam o livro e saberão, rs). Guinevere ganha um maior destaque no livro até o final.
 Mas é na parte intitulada A Maldição de Nimue que as coisas ficam mais sombrias e começam ir de mal a pior. E quando digo pior é ruim mesmo. Nimue está mais louca do que nunca, mas sua loucura tem uma explicação: ela não se conforma com o erro causado por Merlin nas fogueiras do Mai Dun, e ainda quer que a antiga religião e tradições continuem vivas. O cristianismo se espalha pela ilha com uma velocidade absurda, e por isso que acabei entendendo Nimue, mas é triste perceber que uma mulher que tinha tudo para ser uma incrível druida, podendo ser no mesmo nível de Merlin, chegar à demência do jeito que ela chega.
 E para finalizar, como todos sabemos (se você leu os livros anteriores antes dessa humilde opinião) Derfel é cristão quando conta a história para a rainha Igraine, e nesse livro ele nos conta como isso ocorreu e também como perdeu a mão. É uma cena triste e desesperadora, porque ao mesmo tempo que ele quer continuar a ser fiel aos seus deuses, tem que converter-se para salvar uma pessoa da morte. Mas o final, para mim, é o mais incrível, e não é à-toa que é justamente a última batalha do livro que dá a Artur o título de herói que hoje conhecemos. Com o final de Excalibur eu me senti um órfão. Ainda estou de ressaca literária, porque não consegui pegar nenhum livro de fantasia ou fantasia-histórica para ler. Só tenho uma coisa a falar sobre Artur: ARTUR, O REI QUE NUNCA FOI, O INIMIGO DE DEUS E O SENHOR DAS BATALHAS. Esse sim é/foi um verdadeiro herói, mesmo que só exista/existiu na nossa imaginação.
 Até mais.

 Se você gostou de Excalibur, pode gostar também de:
 A Busca do Graal, de Bernard Cornwell;
 O Último Reino, de Bernard Cornwell;
 O Condenado, de Bernard Cornwell;
 O Forte, de Bernard Cornwell;
 As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin;
 A Crônica do Matador do Rei, de Patrick Rothfuss;
 O coração dos heróis, de David Malouf.